|
Press-Release
António Sobrinho terminou hoje
(domingo), pela 5ª vez na sua carreira no ‘top-20’ de um torneio do
Challenge Tour (a II Divisão do golfe profissional europeu), ao alcançar
um positivo 12º lugar no Estoril Challenge Portugal, o torneio da
Federação Portuguesa de Golfe (FPG), de 130 mil euros em prémios
monetários, que a MatchGolf organizou no campo do Hotel Quinta da Marinha
Resort, sob o patrocínio da Junta de Turismo da Costa do Estoril.
Um
‘duplo-bogey’ no buraco 18 custou-lhe o tão ambicionado lugar entre os 10
primeiros que lhe teria permitido jogar já na próxima semana no torneio
francês do Challenge Tour, mas o profissional de Vale do Lobo pode estar
orgulhoso do seu desempenho e do resultado definitivo de 281 pancadas, 3
abaixo do Par, após voltas de 71, 68, 72 e 70. O antigo nonocampeão
nacional empatou com mais 5 jogadores e arrecadou um prémio monetário de
2.145 euros.
«O
último dia correu-me bem, apesar de nesta 4ª volta ter feito 2
‘duplo-bogeys’, nos buracos 4 e 18, mas tenho a noção de que preciso de
trabalhar mais. Fazer 2 ‘duplo-bogeys’ e 6 ‘birdies’ numa última volta, e
acabar o torneio com 3 abaixo do Par é sempre bom e senti-me a jogar bom
golfe, pois até me adaptei melhor ao vento. Não fiquei desiludido com
esta participação, mas só considero uma boa prestação quando ganho. Ficar
bem classificado não chega», disse o antigo nonocampeão nacional, que
dentro de duas semanas irá disputar o Mota Engil PGA Classic, em
Amarante, integrado no Lexus PGA Portugal Tour.
O
algarvio de 36 anos esteve muito perto de conseguir o seu melhor
resultado de sempre no Challenge Tour, já que por duas vezes foi 11º – no
Le Pavonière Challenge em 1996 e no Perrier European Pro-Am em 1997 –
mas, pelo menos, pode contentar-se com o facto de ter obtido a sua
classificação mais elevada no Estoril Challenge, superando o 25º lugar de
1997.
Quanto a Tiago Cruz, que pela 2ª vez esta época passou um ‘cut’ no
Challenge Tour, num total de 5 torneios disputados, teve ainda tempo de
brilhar na última volta. O seu cartão de 66 pancadas só foi superado pelo
65 do galês Liam Bond. Curiosamente, o campeão da prova, o inglês Ross
McGowan, também fechou com um 66. O vice-campeão nacional ascendeu do 44º
ao 18º lugar, totalizou 282 (-2) e logrou um bom prémio de 1.373 euros.
No novo ‘ranking’ do Challenge Tour, Ricardo Santos é o melhor português,
no 61º posto, com 10.363 euros, mas Tiago Cruz entrou no ‘top-200’, para
o 183º posto, com 1.875 euros.
«Tive
umas 4 ou 5 oportunidades de ‘birdie’, mas a bola não entrou. Apesar
disso, o dia correu muito melhor do que ontem. Não apanhei vento. Na
véspera, não consegui controlar a raiva e sabia que neste último dia tudo
correria melhor se me controlasse. Joguei com calma e as coisas foram
saindo bem», disse Tiago Cruz. «Esta foi uma semana muito difícil, mas
estou satisfeito com o que fiz no torneio, tirando o dia de ontem. Estou
a bater bem na bola», acrescentou o jogador do Oceânico Golf Team
Portugal que também irá jogar o Mota Engil PGA Classic, seguindo-se um
regresso ao Challenge Tour na Áustria.
O
vencedor do Estoril Challenge de Portugal foi o inglês Ross McGowan, que
somou o seu 2º título do Challenge Tour no espaço temporal de um mês,
depois do sucesso em Manchester, no Oceânico Developments Pro-Am
Challenge. «Ter ganho em Manchester foi muito bom e a vitória de hoje só
prova que não foi fruto do acaso», disse o inglês que totalizou 272
pancadas, 12 abaixo do Par, o que lhe rendeu um prémio de 20.800 euros e
a subida ao 4º lugar do ‘ranking’ do Challenge Tour.
Os
principais resultados definitivos do Estoril Challenge de Portugal, após
a 4ª volta (72 buracos), foram os seguintes:
‘Top-10’
1º Ross McGowan (Inglaterra)
272 (68+68+70+66), -12, €20.800.
2º Stuart Manley (País
de Gales) 275 (65+72+70+68), -9, €14.300.
3º Robert Coles (Inglaterra)
276 (67+67+74+68), -8, €9.100.
4º Jamie Donaldson (País de Gales) 277 (68+70+67+72), -7, 7.800.
5º Daniel Denison (Inglaterra) 278 (70+72+66+70), -6, 5.850.
5º Peter Baker (Inglaterra) 278 (65+66+73+74), -6, €5.850.
7º Magnus A. Carlsson (Suécia) 279 (72+67+71+69), -5, €4.160.
8º Kasper Linnet Jorgensen
(Dinamarca) 280 (67+69+73+71), -4 €3.055.
8º Liam Bond (País de Gales) 280 (74+69+72+65), -4, €3.055.
8º Stephen Scahill (Nova Zelândia) 280 (71+71+71+67), -4, €3,055.
8º Fredrik Widmark (Suécia) 280 (71+71+70+68), -4, €3.055.
Portugueses
12º
António Sobrinho (Vale do Lobo) 281 (71+68+72+70), -3, €2.145.
18º Tiago Cruz (Oceânico Golf Team Portugal/ Banco BIG) 282
(71+68+77+66), -2, €1,373.13.
Portugueses que não passaram o ‘cut’
79º
António Rosado (FPG/ GolfFit), 147 (71+76), +5.
108º
Ricardo Santos (Oceânico Golf Team Portugal), 149 (76+73), +7.
130º
Hugo Santos (Oceânico Golf Team Portugal), 153 (83+70), +11.
141º
Nuno Campino (Paço do Lumiar/ Callaway), 158 (79+79), +16.
141º
Daniel Silva (Vilamoura), 158 (81+77), +16.*
147º
José Maria Jóia (Vilamoura), 162 (77+85), +20.*
*
Amador
|